A capa perguntava até quando teríamos a insegurança nas estradas. Na abertura, o título: "Na rota da morte", seguido da informação: "acuados por assaltantes cada vez mais audaciosos, que semeiam terror e morte nas estradas e acarretam prejuízos materiais de cerca de 1 bilhão de cruzeiros por dia, os caminhoneiros reclamam maior eficiência numa luta que agora reúne empresários do transporte, secretarias da Segurança e o governo federal". O cantor Roberto Carlos contou como criou a música "Caminhoneiro", revelando muita afinidade com os caminhoneiros, depois de dirigir uma carreta com competência profissional.

A capa trazia Volks põe Cummins na linha de frente, Ford de cavalo novo, autor de Fio de Cabelo é vendedor de caminhões e como escolher um borracheiro. Era o primeiro estradeiro da Volkswagen, o modelo 14-210, equipado com motor Cummins 6 CT 8.3, com 210 cv a 2200 rpm. A Ford por sua vez anunciava o 1618T para o mercado nacional e o 3224, só para o mercado americano. O que o caminhoneiro precisava saber para escolher um borracheiro e a história do autor da música "Fio de cabelo".
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A capa trazia o início da III Gincana do Caminhoneiro, o caminhão do futuro e a vida de Tonico e Tinoco, que moravam no mesmo prédio, na Mooca, e estavam lançando o 74º disco. A III Gincana do Caminhoneiro recebeu destaque com fotos de diversos participantes. E prevendo o que estaria acontecendo atualmente, um gerente de estilo da Volkswagen apresentava o que poderia ser o caminhão do século XXI.
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A grande revelação de que os autônomos eram os campeões das cargas e destacava o recorde de participantes na 4ª Gincana do Caminhoneiro. Uma empresa de Brasília fez uma pesquisa e constatou que, a velhinha frota daquela época do transportador comercial autônomo (TCA) era a maior responsável pelo transporte das cargas no Brasil. E em Ibirarema, (SP), foi quebrado o recorde de participação de motoristas na Gincana do Caminhoneiro.
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Destaque especial para os 10 anos completados e o número 100 da revista. A matéria principal foi com leitores que guardavam todos os números da revista. Um deles chegava ao capricho de colocá-las em sacos plásticos para evitar as "orelhas" nas páginas. Além disso, trazia também uma viagem até Manaus, subindo de balsa pelo rio Madeira.
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A capa trazia um único destaque falando do sufoco na hora de faturar a safra de grãos. A matéria principal mostrava as dificuldades no transporte da safra nas estradas em várias regiões do País. Também mostrava uma reportagem sobre o jogador Antonio Carlos, cujo pai era caminhoneiro e terminava falando sobre o evento Ursa Show.
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Paralisação na Via Dutra e agito no Posto Sakamoto foram os destaques da capa. Os caminhoneiros mostraram sua força e entre os dias 26 e 29 de julho fizeram uma paralisação que levou o governo a ouvir a categoria e a se comprometer a estudar as reivindicações. Mas a Via Dutra não foi só protesto. A 10ª Festa do Caminhoneiro fez todo mundo se alegrar com muitas informações, brindes e brincadeiras no posto Sakamoto.
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A Turma do Baú e seu sufoco constante foi o destaque na capa que ainda chamava a atenção para a Fenatran que trazia caminhão de "até" 480 cavalos, a consagração dos bitrens e a participação dos implementadores. A matéria de capa falava da turma dos bauzeiros que roda pela Belém-Brasília sofrendo com as estradas e com a insegurança.
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A revista chegou ao seu número 200, completando 20 anos de existência, o que foi o destaque da capa e em uma matéria especial, na qual foram abordados os principais acontecimentos nesses 20 anos de estrada. A revista também trouxe uma reportagem especial sobre o FNM, mostrando miniaturas e coleções do caminhão que faz parte da história do transporte no Brasil.
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Os caminhoneiros na mira dos bandidos é a vergonha nacional, abordada com uma capa reproduzindo o desespero de um caminhoneiro sendo assaltado. Nas páginas internas, a reprodução de alguns assaltos sofridos pelos caminhoneiros. Infelizmente o mesmo assunto do nosso primeiro número, há 21 anos. Na mesma edição, para tentar se proteger da violência, as empresas procuram se proteger rastreando os veículos. A edição mostrava os principais modelos de rastreadores no mercado.
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Toda a tecnologia utilizada na fabricação de pneus e na reforma deles até à última vida, quando se desenvolve outras formas de aproveitá-los sem jogá-los na natureza. A inspeção veicular chegou em outubro para tentar amenizar os efeitos da emissão dos gases dos caminhões na atmosfera. Quem não fizer a inspeção veicular será multado e não conseguirá licenciar o veículo. A revista Caminhoneiro foi do outro lado do mundo, exatamente na Austrália, para ver como é o transporte naquele país.
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Nesta edição publicamos uma série de dicas de como o caminhoneiro pode melhorar o seu negócio ou da empresa onde atua, cuidando bem do principal instrumento de seu trabalho: o caminhão. Foi selecionada como matéria principal a manutenção preventiva, abordando também motor, câmbio, freios, suspensão e pneus. Desde quando surgiu, até os dias atuais, a revista Caminhoneiro zela pelo respeito aos seus leitores.
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